Tribunal investiga superfaturamento de R$ 749 mi em obras de Manaus para 2014

Detalhe das obras no estádio amazonense, sede de 2014 que já está na mira do Tribunal de Contas

Fonte: Uol Esporte

O Tribunal de Contas da União (TCU) e o Ministério Público Federal (MPF) estão investigando um suposto superfaturamento nas obras de Manaus para a Copa de 2014. Segundo o jornal O Globo, a construção da Arena da Amazônia e a implantação do monotrilho da cidade teriam sobrepreço total de R$ 749 milhões.

O problema teria travado, por exemplo, a liberação do financiamento do monotrilho por parte da Caixa Econômica Federal. O banco foi orientado pelo MPF a não autorizar o acerto financeiro.

A obra para a área de transporte não teria caminhado porque “as insuficiências do projeto se refletem na planilha orçamentária. Do custo total da obra, um valor de 51% é apresentado como ‘vb’, termo utilizado quando não se tem o detalhamento do serviço”, disse a Caixa em sua explicação para a recusa do empréstimo.

O projeto total do monotrilho custaria R$ 1,3 bilhão. Na opinião do Ministério Público, R$ 686 milhões dessa conta são dispensáveis. Da mesma forma, o órgão avalia que R$ 63 milhões referentes ao estádio, com custo total estimado em R$ 591 milhões, seriam equivalentes a sobrepreço.

O pedido de empréstimo do governo estadual do Amazonas ao BNDES também teria sido negado. Como o Estado extrapolou seus gastos, foi enquadrado na Lei de Responsabilidade Fiscal e, por isso, excluído do financiamento do órgão federal aos estádios da Copa de 2014.

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