Farmácias gratuitas foram mal projetadas

A falta de sensibilidade das empresas de transportes apenas aumenta o problema

Por Álisson Castro

Desde que as Farmácias Gratuitas entraram em operação nos Terminais de Integração o problemas do acesso é alvo de críticas de quem vai em busca de remédios nestes locais.  Na matéria no jornal Em Tempo, é destacado o Terminal 3, mas nos terminais de integraçao da zona leste, um localizado no Jorge Teixeira (T-4) e outro no São José (T-5) o problema se repete. Neste locais, as salas onde as farmácias funcionam há espaço para a instalação de um guichê  para o atendimento das pessoas que estão dentro dos terminais. Solução que deveria ter sido pensada na execução do projeto pelos técnicos da Prefeitura.

No Terminal 3  não há esta possibilidade de acesso pois atrás da sala onde a Farmácia foi instalada, há um almoxarifado usado por funcionários da Secretaria Municipal de Limpeza Pública (Semulsp). Aliado a este problema estrutural, há a falta de bom senso da empresa Transmazônia (antiga Eucatur) que ordenou a seus fiscais que não permita que as pessoas deixem o terminal de integração para ir à Farmácia Gratuita retornem sem pagar uma segunda passagem.

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