Rotatórias da cidade: salve-se quem puder

Rotatória do São José é uma das mais problemáticas

Rotatória do São José é uma das mais problemáticas

Por Álisson Castro

Falta de sinalização e desrespeito às normas de trânsito são alguns dos principais problemas das rotatórias da cidade.

Quem passa pela Avenida Camapuã, na zona norte da cidade, já sabe que a rotatória próximo a garagem de ônibus da empresa Transamazônia (antiga Eucatur) é uma aventura perigosa. O mototaxista Marcelo Pedrosa Pereira, 29 anos, trabalha próximo ao local e conta que já viu vários acidentes ali. “Aqui a lei é a do mas esperto” , avalia o mototaxista, “deveria haver alguma sinalização para organizar isto aqui, é muito perigoso”, completa.

Descendo a Avenida Camapuã, após o Terminal 4 (Jorge Teixeira)  condutor enfrenta a rotatória conhecida como Bola do Produtor. É outro ponto que exige  cuidados para se evitar acidentes. Em horários de pico, é comum o trânsito parar completamente por conta do número de veículos que passa pelo local.

A rotatória do São José, próximo ao Terminal 5, é mais um local que inspira cuidados aos condutores. Faz ligação entre o Distrito Industrial e as zonas leste e norte da cidade. O tráfego de caminhões e carretas é intenso e as paralisações são contantes. Nos horários de pico, os agentes de trânsito intervêm para tentar dar mais fluidez ao trânsito. O agente de trânsito Paulo Iwanom acredita que o local necessita de uma intervenção mais radical, “acho que o poder público já deveria considerar a construção de uma viaduto ou uma passagem nível para melhorar o trânsito da rotatória do São José”, opina.

Na zona sul está a maior rotatória da cidade,  não só em tamanho mas também em problemas. A rotatória conhecida como Bola da Suframa é uma pontos da cidade que praticamente “trava” em horários de picos. Para complicar ainda mais, alguns veículos de transporte alternativo (os chamados “amarelinhos”) constumam fazer pontos de parada em qualquer lugar nas proximidades da rotatória, quando não, ficam esperando o veículo lotar de passageiros para prosseguir viagem. Antes , a fiscalização do IMTT ainda coibia este tipo de abuso, mas, já faz algum tempo que a diretoria de transportes do instituto não manda fiscais  ao local.

Uma das possíveis  soluções apontadaspara a Bola da Suframa é a instalação de sinais nas principais vias que são acesso a rotatória. Solução nada simpática, mas vista como necessária por alguns agentes de trânsito do IMTT.

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