Clima de revolta entre os fiscais do IMTT

Por Álisson Castro

Uma nova metodologia está sendo utilizada para definir a escala dos fiscais de transportes do IMTT: quando houver necessidade, serão escalados para trabalhar. Numa cidade houve o sistema de transporte é um caos  e as reclamações são constantes (é só verificar no setor de atendimento do instituto) é difícil saber quando não há necessidade de fiscalização neste setor onde os empresários acham que mandam em tudo . Conclui-se que o termo  “quando houver necessidade” significa , na verdade, “quando a diretoria de transporte quiser”. 

Hoje (12/10), por exemplo, um feriado em que as empresas diminuem a frota de ônibus de forma criminosa,  vários fiscais de transporte estão de folga. O clima de revolta é notório. Um fiscal cita que  m setembro 2008 realizou 70 horas extras e, neste ano, foram apenas 20 horas.  Já fala-se em boicote aos próximos eventos como finados e Boi Manaus.

A siuação é inusitada, os fiscais querem trabalhar e a diretoria não quer deixar. Em meio a tudo isso, as empresas de ônibus riem à toa.

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