AO BOM SENSO DOS GESTORES DO IMTT

Por Almir Damasceno*

O postulado na administração pública, em qualquer município ou cidade do planeta, deve configurar essencialmente em uma ação sistêmica, administrativa e atualizada para que os resultados possam ser colhidos com objetividade e a população possa ser beneficiada de maneira equânime e democrática.

Uma nova Diretora de Transporte tomou posse nos últimos dias trazendo em sua bagagem, algumas idéias que, se implantadas serão de grande valia para o sistema de transporte. Porém, na esteira dessas novas idéias tambem veio a subtração em 30%  de nossas horas extras, tal argumento posto em reunião pela nova coordenadora e a desnecessidade de um FISCAL DE TRANSPORTE chegar em um terminal de integração,  às 6h de um domingo por exemplo, ou 11h30m  para os colaboradores do segundo turno.

A função em questão é polivalente, pois, no terminal  cobramos a frota do administrador de linha, fornecemos informaçãoes aos usuários no que desrespeito aos itinerários e atá conduzimos acidentados dentro dos terminais, para hospitais proximos   como já aconteceu nas mais diversas vezes. Isso dar-se-a porque somos o poder público nos terminais e em quem nossa população  e serve com esses simples afazeres.

Lembrando que só existe IMTT porque existe fiscalização, isso no consciente coletivo de nosso povo.

Entretanto, não acredito no súbito argumento do desnecessário, acho mais convicente dizer que é uma forma de cortar gastos.

SUN TZU disse em “A arte da guerra” que: “o general que não cuida de seu soldado está fadado ao fracasso”. Contemplo com perplexidade decepcionante, mais uma subtração salarial ou, pelo menos, tentativa, que se colocada em pratica fará muita falta nos baixissimos salários que recebemos. Nessa concordância anômala, chegamos a conclusão que a economia dentre todos os fiscais é mínima, não chegando a R$ 3 mil. Acredito que suprimindo um cargo de DAS-3  se chegaria a esse valor, sendo menos traumático para o Instituto e para os colaboradores em questão.

Portanto, a classe dos fiscais  e  o SINDTRAN,  pede encarecidamente aos gestores do IMTT,  a volta das  horas extras normais como antes, pois tal subtração acarretará uma grande desmotivação da classe, a qual  se sentirá desprestigida pela nova administração.

* O autor é Diretor de Eventos do Sindtran

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