NOSSA INSENSATA PACIÊNCIA

Por Álisson Castro * (alissonzeiten@oi.com.br)

Em livros de auto-ajuda, ou mesmo em alguns escritos sérios, é comum lermos sobre a qualidade de ser paciente. Nestas abordagens, por vezes, o autor sugere que antes de agir devemos refletir sobre nossos atos; ou então que devemos aguardar as coisas acontecerem para não “atropelar” o desenrolar dos fatos.

Que tal invertermos esta lógica? Por que não tomar as rédeas das circunstâncias e determinar o “desenrolar dos fatos”? É esta abordagem que torna a experiência de viver bem mais interessante. Em vez da paciência paralítica, a ação produtiva.  Ninguém consegue ficar ausente do agir. Experimente não ir a lugar algum, fique sentado sem fazer um movimento. A sensação é angustiante.

Em uma instituição política, como um sindicato (entendo política como ramo de relações entre as pessoas, não o seu sentido pejorativo), as ações são mais valiosas que as grandes reflexões (o que também não podem ser desprezadas).

Este deve ser o norteador de nossa causa. As batalhas por vir exigirão comprometimento, responsabilidade, perseverança. Que venham os desafios!

* o autor é Diretor de Imprensa e Comunicação Social do Sindtran

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